Ser Fitness é com Ele - Hamburguers e fast-food estragarão mesmo a dieta?

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Olá a todas as leitoras deste super blogJ

   Com o tempo quente e o sol a brilhar aparece a vontade de passeios, praias, piscinas e piqueniques. O problema muitas vezes é o que se come nestas esplanadas ou locais semelhantes.

   Damos por nós a pensar em comer “leve” e a optar por hambúrgueres, cachorros e outros tipos de fast-food, pois é rápida e fácil de adquirir e comer em qualquer lado. Vamos então ver se o consumo destas comidas acarreta vantagens ou desvantagens.



   Qual a desvantagem do consumo de fast-food? Precisamente a ausência de alguma vantagem J

   Infelizmente, as cadeias deste tipo de alimentos estão abertas demasiadas horas no dia, o que torna “prática” uma deslocação num lanche da tarde ou até da manhã, ou mesmo nas refeições principais. Contudo estas deslocações não devem ser frequentes, de todo. Isto porque, no caso de uma cadeia de hambúrgueres, são ingeridas cerca de 900 kcal num menu (correspondentes ao hambúrguer, às batatas de dose média e ainda ao famoso refrigerante associado). Se numa refeição principal, 900 kcal já seriam um abuso impactante no aumento do peso, então como lanche seriam uma autêntica extravagância energética.

   Estarás neste momento a pensar que só consomes 4 unidades de “peito de frango”, um hambúrguer simples e uma bebida “sem gás”, por isso o mal não será assim tão relevante.

   Desengana-te, só neste exemplo estão contempladas cerca de 560 kcal, que se transformariam em 790, caso ainda fossem para cima da mesa as batatas, ainda que a dose mais pequena. Por outro lado, se a escolha já fugir para menus maiores, fica a saber que as calorias do hambúrguer podem variar entre 350 e 850, sem contar com as cerca de 330 kcal de umas batatas de dose média e com as 140 a 200 kcal de um refrigerante.

   E por que razão falar em calorias, quando já sabemos que a qualidade é mais importante do que a quantidade?

   Porque a qualidade das calorias destas opções alimentares é praticamente inexistente, na medida em que o que as torna calóricas é o contributo bem acentuado da gordura. Seria expectável que o contributo proteico fosse superior ao lipídico, mas tal não se verifica, sendo o teor de gordura igual ou, em alguns menus, superior ao de proteína.

   E se for um wrap?

   Efetivamente, optar por um wrap é poupar umas calorias desnecessárias, na medida que estas opções são, de uma forma geral, mais discretas do ponto de vista energético, variando entre 200 a 510 kcal. Ainda assim, se juntarmos um wrap com batatas de dose média e um refrigerante (assumindo até que se trata um refrigerante zero), já vamos nas 700 kcal. Porém, os wraps podem gabar-se de conter um pouco mais de fibra do que os hambúrgueres, ainda que contenham teores de proteína e gordura semelhantes, sobretudo em relação aos menus mais “compostos”.

   Desta forma, fast-food: sim ou não? Se tiver mesmo de ser, só na cheatmealsemanal!J

   Optem por saladas frescas, sejam mais ricas em hidratos (massa fria, arroz frio, grão, etc.) ou menos ricas em hidratos (apenas alface e outras leguminosas), com frango, atum, ovo, queijo fresco, ou outro tipo de proteína à vossa escolha, tomate ou até fruta. Há uma imensidão de opções igualmente rápidas, fáceis, bem mais frescas, saudáveis e menos calóricas.

   Bons treinos, boa alimentação e até para a semana.

   Um grande beijinho a todas.





Coisas sem preço

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Olá Girls ❤️

   Espero que esteja tudo bem convosco :)

   Acho que vou usar aqui uma frase super cliché, mas não conheço nenhuma mais apropriada ;) Uma das melhores coisas que a blogosfera me deu foi as pessoas que conheci. Esta é a frase que uso muitas vezes para responder a quem me pergunta: mas porque continuas com o blog e o canal? Isso só te trás trabalho e não ganhas nada com isso (€)...

   Sim, é verdade, este hobbie (como gosto de lhe chamar) pode ao mesmo tempo ser tão desmotivador e enriquecedor. Parte desta riqueza vem das pessoas com quem tenho o prazer de privar, uma delas é a Isabel do blog Os Contos da menina-mulher.

   Conheci-a num evento de bloggers que decorreu há já uns anos em Sintra e ela tinha uma particularidade que une pessoas a km de distância: é do Porto :) Esse foi só o primeiro passo para se criasse uma empatia tão grande que foi além daquele encontro. 

   Tenho de deixar aqui uma pequena nota para quem não me conhece: sou a pessoa mais desleixada de sempre nas redes sociais. Sabem aquela pessoa que visualiza a mensagem e não responde? Essa pessoa sou eu. Não pensem que é por mail. Podem não acreditar mas o pensamento é sempre: agora não tenho tempo para responder como desde ser, daqui a um bocado faço isso (e ás vezes passam-se semanas ate que me lembre). Sei que é um defeito terrível e tento lutar contra isso, mas...ainda tenho um caminho a percorrer :p 

   Devido a este grande defeito é por vezes difícil manter uma amizade (que implica dar-e-receber) e por isso mesmo demorei algum tempo a voltar a tem contacto com a Isabel, mas quando voltamos...percebi o porquê o meu fascínio inicial por ela.


   Tem uma simpatia cativante e uma forma de ser tão simples e encantadora que é difícil não se gostar dela. Para além disso, algo que já lhe disse: é uma das pessoas mais fortes que conheço, com uma garra que transparece em cada post que faz no blog e em cada mensagem que trocamos... E foi assim, no meio de conversas que decidimos fazer uma troca que não passaria pelo envio de vales. O que me chegou foi a caixa da foto acima. Este é um daqueles casos em que é difícil colocar os sentimentos em palavras porque estas nos faltam... Mais do que os bens materiais, as palavras ficam gravadas no coração. Como digo muitas vezes, o que conta não é o valor dos presentes, mas a sensação de que a pessoa perdeu o seu tempo a pensar em nós e a preparar algo com tanto carinho para nos presentear (se bem que a dona Isabel se excedeu quanto ao valor € deste mimo :p). 

   E é por momentos assim que o blog vale a pena, que o canal vale a pena, que o tempo que "perco" e que muitas vezes não é minimamente valorizado vale a pena...

   Isabel, sem muitas palavras, sabes que gosto muito de ti ❤ #emojiabracinho








Ser Fitness é com Ele - O que não fazer depois do treino: 7 erros muito comuns

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Olá a todas as leitoras deste super blog J

   Esta semana vamos regressar à questão do pós-treino, mais concretamente falar de sete erros muito comuns (e muito maus) que nunca se devem cometer.

   Mesmo que não estejam muito a par do que se passa no mundo do fitness, já devem ter ouvido dizer que o pós-treino é uma altura muito importante para uma ótima recuperação e aumento de massa muscular. Efetivamente, muitos profissionais do exercício chegam a afirmar que o que se faz depois de um treino pode chegar a ser tão importante como o que se faz durante o treino.

   Nesse sentido, apresento uma pequena lista para que saibam, claramente, o que não devem fazer depois do treino, e possam ter mais sucesso e evitar dores e lesões.

1-      Não fazer uma refeição pós-treino



Se ainda não começaste a ler, mas já te revês no título, ficas a saber que não comer nada depois do exercício está no topo da lista do que não fazer depois do treino J (tal como já referimos há umas semanas num post dedicado mesmo à alimentação pós-treino).
Quem treina, tem de comer bem. Fazer exercício e não fazer uma boa refeição pós-treino é um erro e raramente leva a um corpo magro e definido, como muita gente pretende.
Na verdade, quando a quantidade de energia que a nossa alimentação fornece não é suficiente, e passamos situações de “fome”, o corpo irá recorrer à proteína muscular para obter energia. Como resultado, ocorre catabolismo (degradação) muscular, que é um fenómeno contrário àquele que a maioria das pessoas procura.
2-      Não ingerir alimentos ricos em proteína.
Quando fazes exercício físico, o tecido muscular é danificado, de forma a, posteriormente, ser regenerado e crescer maior, mais forte e tonificado. Para que isso aconteça é necessário existir proteína disponível no organismo.
A atividade física e o aumento da massa muscular aumentam as necessidades de ingestão proteína. Se treinares e não ingerires proteína, o músculo não tem como se reconstruir, acabando por perder massa muscular e força, e levar a flacidez.
Assim, além dos hidratos de carbono, recomenda-se ingerir depois do treino proteína de boa digestibilidade e absorção fácil, como a whey, carnes magras ou peixe, nas quantidades necessárias para satisfazer as suas necessidades proteicas (mais ou menos 20 a 30g de proteína).
3-      Ingerir alimentos ricos em açúcar e gordura



É possível que, depois de um treino intenso, penses que podes comer aquele extra que já tinhas eliminado da dieta. Não faças isso. NUNCA J
A refeição pós treino é essencial para potenciar o rendimento desportivo e o facto de teres treinado torna ainda mais essencial que ingiras uma refeição saudável.
Como já se referiu, tenta aproximar-te sempre da efeição ideal, apostando em proteína de elevado valor biológico (whey, peixe, carne ou ovos) e hidratos de carbono de rápida absorção.
Esquece os doces, as pastelarias, as bolachas, os alimentos excessivamente gordurosos. J
4-      Não alongar no final do treino
A maior parte das pessoas não alonga depois do treino ou alonga no banho. Não alongar os músculos que são solicitados por determinado exercício pode provocar lesões e dificultar a recuperação muscular após o treino.
De facto, o alongamento no final do treino é essencial para manter as articulações e os músculos saudáveis, prevenir lesões, diminuir o ritmo cardíaco e reduzir o stress. Por exemplo, depois de uma corrida é fundamental alongar os principais músculos dos membros inferiores.
Estrutura o alongamento no final do teu treino da mesma forma que o fazescom os exercícios incluídos no teu plano de treino.
Faço apenas uma ressalva, fazer alongamentos não é treinar flexibilidade. Deve-se alongar, de forma gradual e sem exageros, mas treinar flexibilidade deve ser deixado para outro dia, especialmente após um treino de hipertrofia ou força.
5-      Esperares pela sede para te hidratares
A hidratação pós-treino é um passo crucial para uma boa recuperação do organismo. Se, por norma, esperas pela sede para te hidratares, fica a saber que é um erro, visto que a sede já é um sinal de desidratação que condiciona rendimento físico.
A água pode matar a sede, mas nem sempre é suficiente para repor os sais minerais perdidos pelo corpo durante o treino, principalmente em pessoas que transpiram muito. Por outro lado, os sintomas de cansaço resultantes do aumento do esforço podem também derivar da diminuição dos níveis de açúcar no sangue.
Para evitar estas situações, podes optar por bebidas isotónicas (absorvidas quase tão rapidamente como a água),ou bebidas ricas em hidratos de carbono e minerais, como a água de coco.
Em caso de dúvida, e para haver uma hidratação plena, podes pensar em beber cerca de 1 litro de água ou uma bebida isotónica por cada hora de exercício (intenso) e, pelo menos, 500 ml no final do treino.



6-      Beber uma bebida energética após o treino
Como referido anteriormente, após o treino é essencial a reposição de eletrólitos, e muitas vezes a água não contém as quantidades suficientes.No entanto, se não fores um atleta, uma bebida energética, como RedBull, Monster, ou Brun, também não é a melhor solução, pois contém, em média, 150 kcal.
Se quiseres garantir o fornecimento dos eletrólitos essenciais para a recuperação deves optar por uma bebida desportiva isotónica, como a água de coco, a Gatorade ou Powerade, que têm muito menos calorias.
No entanto, para treinos de 30-60 minutos de ligeira ou moderada intensidade, a bebida ideal será mesmo a clássica água.
Além da questão calórica, as bebidas energéticas vão fornecer um estímulo contrário ao do corpo após o treino – relaxamento e abrandamento, o que nunca é benéfico.
7-      Descansar logo após teres terminado o treino
Embora o descanso seja fundamental para um rendimento otimizado, é importante que não seja a primeira atividade depois de terminares o treino, uma vez que a diminuição da frequência cardíaca e respiratória deve ser gradual e o corpo deve continuar ativo para continuar a queimar calorias.
Uma paragem abrupta após o exercício pode originar tonturas e quebra de tensão, principalmente em indivíduos que sofrem de hipertensão ou de problemas cardiovasculares.
Por isso, nada de deitar a dormir logo após o treino J



   Agora já sabem o que não fazer depois dos treinos. Pelo menos estes 7 erros devem ser evitados sempre.

SUGESTÕES PARA O POST DA PRÓXIMA SEMANA?


Um grande beijinho a todas.


NARS em Portugal?

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Olá Girls ❤️

   Espero que esteja tudo bem convosco :)

   Bem, para quem segue o blog há mais tempo sabe que sou uma apaixonada por maquilhagem. Se há uns anos partilhava muito mais sobre o assunto, hoje em dia falo menos sobre essa temática. Porquê? Não sei :p Talvez porque me apego muito aos produtos e por vezes não vario tanto como deveria e acho chato estar sempre a falar-vos sobre as mesmas coisas. Há excepções como o post e vídeo que fiz sobre as novidades da Inglot (espreitem ☺).

   Mas, como sei que vocês adoram este tema, trago-vos aqui um post sobre um dos assuntos mais badalados nas redes sociais nas últimas semanas: a NARS está em Portugal :) Tenho a certeza que todas ouviram falar desta marca, ou pelo menos de um dos seus produtos, o blush Orgasm.


   Confesso que conheço e ouvi falar muito desta marca mas não usei nenhum produto. As reviews são mais do que boas e sei que desse lado há várias fãs da NARS que pode actualmente ser encontrada nas lojas Sephora. Pelo que já li, os produtos estão mais caros em Portugal do que em Espanha (não sei muito bem porquê, mas ok) pelo que não sei se não compensará continuar a encomendar os produtos da marca online. 
   No entanto, para quem quiser ver os produtos em mão e testar os mesmos, é muito mais fácil e rápido agora que estão ao nosso alcance :)

   Por aí, há fãs da marca? Já espreitaram nas lojas? 









Ser Fitness é com Ele - Glúten: sim ou não?

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Olá a todas as leitoras deste super blog J

   Como anda a correr o desafio mensal da prancha? J

   Resolvi escrever sobre este tema, que se tem apresentado como polémico por vezes, abordando os mais recentes estudos científicos sobre o assunto, em virtude de esta nova moda que defende que os produtos “gluten free” são os melhores, os mais saudáveis e os mais fit.

   Espero que ninguém fique melindrado ou aborrecido, baseio-me apenas em estudos científicos e nos conhecimentos mais elementares.



   Vamos então às principais questões:

1-      De onde surgiu a teoria de glúten ser inflamatório e prejudicial à nossa saúde?
   As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten, que pode ser resultado de uma alergia ou de intolerância ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal.
   Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade (após algumas semanas ou meses). Ao longo do tempo, aqueles que são intolerantes ao glúten e que ingerem de uma forma consistente alimentos com glúten, podem desenvolver vários problemas de saúde tais como, dermatite, dor nas articulações, problemas reprodutivos, refluxo ácido, e muito mais.
   Foi a partir ​daqui que se generalizou o conceito, de que o glúten é inflamatório. Mas se o glúten é inflamatório para celíacos, também tem de ser para não celíacos? Já vamos ver isso...
2-      Glúten é mesmo prejudicial à saúde? Para todos?
   As pessoas intolerantes a camarão devem evitar a sua ingestão, mas isto não quer dizer que todas as outras pessoas também o tenham que fazer. Como o camarão, existem também os amendoins, glúten, leite, etc…. O facto de haver pessoas intolerantes a determinados alimentos não significa que esses alimentos são prejudiciais para a saúde da população em geral.
   Não existe nenhum estudo científico que tenha concluído que a dieta sem glúten tem quaisquer vantagens significativas na população em geral.
   Pelo contrário, vários estudos concluíram que alimentos com glúten, tal como trigo, centeio e cevada protegem contra o cancro, doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. São ricos em nutrientes e fitoquímicos. Têm altas concentrações de fibras alimentares, são ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais.
   Num estudo recente concluiu-se que uma dieta “Gluten Free” é má para as nossas “boas bactérias” do sistema gastrointestinal, tornando o nosso sistema imunitário mais fraco. Ingerir alimentos com glúten aumenta a capacidade do nosso corpo para combater infeções virais e doenças como o cancro.
3-      Mas porque é que fico menos inchado quando como alimentos sem glúten?
   Existe uma falsa suposição de que o inchaço provocado é um efeito inflamatório do glúten e que eliminar o seu consumo vai fazer com que fiquemos mais saudáveis. Isso não poderia estar mais longe da verdade.
   Várias pessoas afirmam que quando removeram o glúten da sua alimentação sentiram uma redução significativa no inchaço e também uma perda de peso. Embora isso possa ser verdade para aqueles que são intolerantes ou sensíveis ao glúten, não há nenhuma evidência de que quem não sofra de doença celíaca ou tenha sensibilidade ao glúten sinta quaisquer benefícios em cortar no glúten.
   Muitas vezes o inchaço diminui com a remoção de glúten da dieta porque isso inclui a remoção de amidos na dieta (alimentos com glúten contêm amido). Os alimentos com amido contêm bastante fibra. Ora, a fibra atrai água para a digestão e isso causa inchaço.
   Ou seja, ao remover os alimentos com amido (sobretudo farináceos), a sensação de inchaço diminui.J
4-      A dieta sem glúten é mais saudável que a dieta com glúten?
   Um estudo de 2014 comparou mais de 200 produtos “gluten free” com os mesmos produtos com glúten e encontraram-se grandes diferenças nutricionais entre eles. Por exemplo, o pão “gluten free” tem menos ⅓ da proteína e o dobro da gordura (sobretudo saturada) quando comparado com a versão com glúten.
   Outro alimento muito comum, que também foi analisado, foi o esparguete. O esparguete versão “gluten free” contém menos proteína, mais gordura, menos fibra e mais sódio.
   Descobriu-se também que as pessoas que seguem uma dieta sem glúten consomem menos proteína, mais gordura saturada e menos fibra. O consumo frequente de gordura saturada aumenta o risco de sofrer de doenças cardiovasculares.
   Esta conclusão vem confirmar os resultados de um estudo anterior, que diz que uma pessoa que esteja numa dieta sem glúten num prazo superior a 12 meses, sofre de carências de várias vitaminas e minerais.
5-      Dieta sem glúten será o melhor para mim?
   A menos que sofras de doença celíaca ou sejas sensível ao glúten, cortar a ingestão de alimentos com glúten, só vai ser prejudicial para a tua saúde. Até mesmo por questões de composição corporal, não existe qualquer vantagem em retirar os produtos com glúten. A generalidade dos melhores atletas que conheço (e até a nível mundial) alimentam-se e consomem alimentos que têm glúten e não é por isso que deixam de ter excelentes resultados.
6-      De onde veio então esta moda e porquê tanto alarido com os produtos “gluten free”?
   Admito que é estranho e ambíguo, ouvir-se falar tanto nos produtos “gluten free” como o caminho alimentar mais saudável e correto, e agora vem-se aqui dizer exatamente o contrário. J
   Num estudo feito na Universidade de Virgínia, concluiu-se, por exemplo, que as campanhas e boatos para evitar alimentos com glúten passam por grandes interesses comerciais.
   Os alimentos “ Sem Glúten ” parecem ter ultrapassado em termos comerciais, os alimentos “Sem Gordura” e os alimentos “Baixo em hidratos” como modas alimentares nos negócios de supermercado.
   Já em 2012 o mercado estimado nos EUA, para os alimentos sem glúten, era superior a 2,5 mil milhões dólares e é esperado que ultrapasse os 5 mil milhões em 2017.
   A revista Time nomeou a dieta sem glúten como a segunda dieta mais popular do ano de 2012.

Espero que tenha sido útil boa alimentação, bons treinos e até para a semana.

Um grande beijinho a todas.